sábado, dezembro 06, 2008
terça-feira, dezembro 02, 2008
eu nasci em santa catarina,
eu amo aquele estado,
é com aquela gente que eu me identifico.
nesses dias de calamidade, é de doer o coração ver minha terra naquela situação,
ouvir os tristes relatos do meu povo que sofre.
gente que perdeu sua história, seus bens, perdeu tudo, perdeu até quem amava.
histórias que não passam na mídia revelam uma situação ainda mais grave.
não há como mensurar o desespero e o sofrimento daquelas pessoas.
é inevitável não sentir vontade de correr pra lá e ajudá-los.
sem contar a preocupação por todos aqueles que ainda correrm riscos.
bate até uma pontinha de culpa (eu sei que não é assim) por estar bem e protegida em outras terras.
estou fazendo o que posso para participar, mesmo que a distância.
por isso, seja solidário, ajude:
Itaú:
Agência: 0289
Conta: 69.971-2
Bradesco:
Agência: 348-4
Conta: 160.000-1
Banco do Brasil:
Agência: 3582-3
Conta: 80.000-7
Observação: Os recursos serão direcionados para o Fundo Estadual da Defesa Civil Catarinense, CNPJ: 04.426.883/0001-57.
quarta-feira, novembro 26, 2008
até onde vai a confiança?
até a primeira desconfiança?
inocente até que se prove o contrário?
ou culpada a mercê de provas de inocência?
o que incrimina realmente incrimina?
e se os mesmos fatos contarem duas histórias?
e o que dizer do amor pregado e não vivido?
é do amor condenar sem dar chance de defesa?
ou a desconfiança é sentença que nem mesmo o amor desfaz?
e se o amor for de vidro e a desconfiança for de pedra?
no lugar da interrogação, uma exclamação!
seria amor verdadeiro e desconfiança fundamentada?
ou seria amor de boca e desconfiança insitada?
amor e desconfiança não cabem na mesma história.
não porque amor não desconfia,
mas porque amor não faz da desconfiança uma sentença.
o amor redime,
a desconfiança alerta,
um julgamento injusto mata,
nem que seja por dentro.
terça-feira, novembro 04, 2008
hoje eu quis adotar um menino de rua. eu senti vontade passar as mãos nos seus cabelos ralos, reflexo da desnutrição. eu quis pegar seu corpo frágil e levá-lo comigo. eu quis me importar com ele, quis que ele fizesse parte do meu mundo, que desfrutasse da minha atenção. mas eu pensei, desisti, disse não ao coração. depois eu o vi acordado, ele sorriu, sabe-se lá onde está agora.
sexta-feira, outubro 31, 2008
'já conheço os passos dessa estrada
sei que não vai dar em nada
seus segredos sei de cor
já conheço as pedras do caminho,
e sei também que ali sozinho,
eu vou ficar tanto pior
e o que é que eu posso contra o encanto,
desse amor que eu nego tanto
evito tanto e que, no entanto,
volta sempre a enfeitiçar
com seus mesmos tristes, velhos fatos,
que num álbum de retratos
eu teimo em colecionar'.
tom jobim
quinta-feira, outubro 30, 2008
se o tempo é remédio pra tudo, me diz qual a dose pra curar a minha dor. eu não gosto de falsas esperanças, mas que esperança não é falsa?
sábado, outubro 25, 2008
as vezes eu não consigo dormir.
é sábado, e eu só esperava dormir.
é meu plantão amanhã.
amanhã é dia de eleição,
e eu vou seguir os passos do kassab.
e que isso importa?
tem uma idéia na minha cabeça,
que esmaga meu coração.
mas hoje não.
só por hoje, não.
eu não quero sentir essa culpa,
não há mais nada que eu possa fazer.
eu já paguei meu pecado,
eu já chorei essa dor.
me alivia só por essa noite,
só por essa noite.
sexta-feira, outubro 24, 2008
meu tempo.
meu tempo não tem lógica,
meus dias não tem horas.
minha vida segue sem rotina, sem destino, sem caminho,
sigo quase que em desatino,
nesse oscilar de sentimentos,
ao qual chamo de tempo.
mas é só meu esse tempo,
e por isso sigo solitária.
em certas voltas, até partilho o caminho,
mas nunca dou a mão.
esse tempo solitário que nunca é só,
sempre cheio de incertezas e medos,
esse tempo cheio de dúvida!
terça-feira, outubro 21, 2008
?
o que está havendo?
por que eu estou fugindo?
o que está acontecendo?
para onde estou partindo?
do que eu tenho medo?
eu já não sei mais nada,
não faço nada direito,
já não sei nem o que sinto.
as vezes eu acredito,
eu acho que não dá.
mas eu queria tanto,
por que eu não consigo.
será que eu tenho chance?
me ajuda nesse caminho?
segunda-feira, outubro 13, 2008
2.5
tomara que os 25 anos sejam bons como os últimos instantes dos 24. é, tô com 25! tudo bem, eu acostumo!

